quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Eu quero ver o mar


Névoa, nevoa, voa.

Sobre toda aquela escuridão inóspita,

Subiu o viajante.

Ele procurava.

Olhos fechados, ar rarefeito.

Cansado, desencorajado.

Luz! Vênus! Sol! Estrelas!

Mais que mais de repente,

Fez-se DIA!

DIA todos os dias!














( o viajante sobre o mar de névoa )


Um sempre

Os raios de sol chegaram esta manhã sem avisar,

Não estava mais escuro!

Acordei rapidinho e limpei a minha casa. Não escondi os lixinhos embaixo do tapete.

Era um dia especial.

Merecíamos uma casa nova, limpa e cheirosa.

Para que os pássaros nos visitassem.

Um vermelho cantou sua vida, mostrou sua simplicidade.

Olhos fixos, estávamos loucos pela avezinha.

Juntos eles, o tal casal sempre apaixonado,

formavam um só.

só se poderia viver assim:

Amor, Calor, Vida e Doação!

todos os dias havia uma entrega,

um se entrega ao outro

e se cuidavam.

Em um momento, em um sempre!